sábado, 15 de julho de 2017

E eu que não tenho ninguém em minhas mãos.
Coitada de mim, que não tenho alguém para partilhar os mais belos momentos que poderiam ser vividos.
Que todos sejam felizes, mas deixem de rondar meus pensamentos, já que estão perturbando com sentimentos falsos.
Quando não nos entregamos inteiramente  o melhor a fazer é deixar o outro livre, desde que não queira alimentar um gota de sentimento.
Se quando saio, viajo, vou curtir a vida e não coloco o outro nesses momentos, nesses espaços que desejo estar, é porque tudo não passa de uma ligeira amizade.

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